Mendoza foi intitulada a cidade do bom vinho. Mas não é apenas de boas, grandes e famosas vinícolas que vive o local.
A pequena cidade no oeste da Argentina também tem uma boa culinária. "As comidas gostosas são desde carrinhos de rua, passando por bares, até restaurantes", afirma Renan Brenga, estudante de jornalismo que foi a Mendoza passear com amigos no começo deste ano.
| Lago de Mendonza. Créditos: Renan Brenga. |
Não tão boemia quanto Buenos Aires, Mendonza também tem os bares como os grandes protagonistas. Além de contar com belos e famosos parques e praças. Todos extremamente arborizados e convidativos a olhar o céu sempre azul que a cidade possui.
Para começar qualquer viagem, a gente sempre pensa em quanto tempo o porquinho será suficiente ou não. Então, aqui vai a grande dica se você pretende ir até ao país dos hermanos: leve real ou dólar em espécie e faça o câmbio lá. Giovanni Oliveira morou na cidade argentina durante dois meses e nos contou que fazer o câmbio paralelo é o que mais vale a pena. "Por ter uma economia quebrada, eles desenvolveram uma outra forma de fazer câmbio, que foge das altas taxas de bancos e ainda não contém as taxas de iof do cartão de crédito".
| Monumento Morro da Glória. Créditos: Renan Brenga |
General este que também deu nome ao parque mais antigo da cidade. O 'Parque General San Martin' é um local enorme que abriga, dentro dele, uma universidade, a Universidade Nacional de Cuyo, e um estádio, o Malvinas Argentinas. Famoso, grande, bonito e histórico, deve estar no seu roteiro.
| Parque San Martín. Créditos: Renan Brenga |
Giovanni nos contou que a noite lá é muito boa e oferece diversas opções. "A Avenida Aristides tem diversas opções de bares e baladas, uma do lado da outra, dá para ir de um pro outro ou então ir pra lá e escolher onde ficar na hora". Já Renan nos falou que o forte da cidade são os bares, também desta mesma avenida. O que ele destaca é o preço, afirmando ser bem mais barato do que sair por aqui, no Brasil.
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| Mendonza vista do topo do cerro. Créditos: Renan Brenga. |
E como fazer tudo isso e ir de um lugar para o outro? A bicicleta é a melhor opção! Pois além de ver tudo o que tem de bonito na cidade, você faz isso com o vento na cara e ainda pedala nos parques. Os valores de táxi também são bem reduzidos e valem a pena quando dar de ciclista não for uma opção.
Como ir?
As opções variam até no meio de transporte que você vai escolher para chegar na cidade.
Há como ir de avião, claro. Mas do Brasil para Mendoza não há vôos diretos. É preciso fazer conexões em Buenos Aires ou Santiago, no Chile. Esta é uma opção mais tradicional que tem como principal vantagem o conforto e o tempo, que diminui em relação ao ônibus, que é a outra opção.
Há quem prefira ir de ônibus e passar de um país para o outro de maneira diferente. Para os fãs de estrada a alternativa de fazer conexão não muda. Os ônibus param em Buenos Aires e então seguem para Mendoza, essa travessia torna-se bela aos olhos, pois a paisagem na sua janela será a Cordilhera dos Andes, por seis horas. A escolha depende apenas do seu espírito de aventura.
Até a próxima quebra do porquinho!

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